sexta-feira, 23 de outubro de 2020

V - Seminário

Acadêmico Fronteiras do Pensamento Maçônico

Fonte:MRGLMERGS

http://www.glojars.org.br/noticias/v-seminario-academico-fronteiras-do-pensamento-maconico/6291

 No dia 6 de outubro a Academia Maçônica de Letras Sul Rio Grandense - Acadesul - realizou virtualmente o V Seminário Acadêmico Fronteiras do Pensamento Maçônico. O evento, que ocorria anualmente somente para acadêmicos maçons, foi aberto para irmãos convidados pela direção e membros da Acadesul. O presidente da Acadesul, Irmão Benno Becker Júnior, saudou as autoridades, expositores e participantes, informando detalhes de procedimentos durante o Seminário. A seguir, convidou o Sereníssimo Grão-Mestre da Grande Loja Maçônica do Estado do Rio Grande do Sul, Respeitabilíssimo Irmão Norton Valladão Panizzi, que é membro da Acadesul, para a abertura do evento.

Após a invocação inicial pelo Grande Orador, Acadêmico Horácio Acácio Augusto, seis trabalhos foram apresentados, cada um com a duração de 15 minutos. Os temas e autores foram os seguintes:

* Irmão Maxsoel Bastos de Freitas - Quem transforma a sociedade? A Maçonaria ou o maçom?

* Pedro Gabril Kenne da Silva - O maçom e a participação política

* Eduviges Rogério de Souza - Lembra-te do teu criador nos dias de tua mocidade

* David Lorenzo Soto Lepe - De onde viemos, onde estamos, para onde vamos

* Maurício Mancia - Matéria, vibração e frequência

* Halley Marques Junior - Aurora constitucional maçônica – Fragmentos de uma tradição esquecida.

Ao final da exposições o vice-presidente da Acadesul, Irmão Celomar Walter Schwalm coordenou as perguntas.

Entre os mais de 70 participantes estiveram presentes, além do Grão-Mestre Norton, o Grão-Mestre eleito da GLMERGS, Irmão Tadeu Gomes Xavier, o Grão-Mestre Adjunto eleito da GLMERGS, Irmão João Batista de Carvalho Silveira, o Past Grão-Mestre Ruy Silvio Straglioto e o representante do Grão-Mestre Lucas M. Sityá, do GOB-RS, Ilustríssimo Irmão Luiz Fachin, que também é presidente da Academia Maçônica de Letras do Estado do Rio Grande do Sul – Amlers.

O Grão-Mestre eleito da GLMERGS, Irmão Tadeu Gomes Xavier, a convite do Grão-Mestre Norton Valladão Panizzi, fez o encerramento do evento.

A segunda etapa do Seminário Acadêmico Fronteiras do Pensamento Maçônico será no dia três de novembro de 2020.



 


 

segunda-feira, 12 de outubro de 2020

Poeta Tradicionalista Léo Ribeiro

 CADA INFÂNCIA COM SEU TEMPO

Léo Ribeiro

Te bombeando, assim, dormindo,

neste quarto decorado,

fico horas ao teu lado

te acariciando e sorrindo.

Meu neto... Que guri lindo!

Passou o tempo soi viejo

foi num upa, num lampejo

mas se a idade me golpeia

meu sangue corre em tuas veias

e ao te olhar me revejo.


Somos de infâncias distintas,

fui um piá interiorano

criado meio haragano

sem adereços, sem tinta.

Trazia presos na cinta.

um revolver de madeira

e um punhal de taquareira

que eu mesmo falquejei.

Estas eram minhas "leis"

nas rusgas de brincadeira.

 

Eu tinha gado de osso,

carro de lomba, tampinhas,

trem de latas de sardinhas

e um bodoque no pescoço.

Um petiço pra ir no poço

buscar água em duas pipas.

Mas que infância bendita,

que vida, que tempo nobre.

Se de patacas foi pobre

de liberdade foi rica.

 

Hoje a infância das crianças

cruza os céus sem bater asas

porque sem sair das casas

andejam de toda trança.

É que lhes veio esta herança

da internet e seus favores.

O mundo, com suas cores,

se vem pra dentro do lar

no botão de um celular,

ou pelos computadores.

 

Não que isto esteja errado,

ao contrário, acho bonito,

copiar, colar um escrito,

games, jogos e outros legados.

No dedilhar de um teclado

de tudo se tem noção.

Mas falta o aperto de mão,

o conversar com as pessoas,

o banhar-se nas lagoas,

os pés nus roçando o chão.

 

Cada infância tem seu tempo,

cada vida a sua história...

Feliz quem traz na memória

belos e ternos momentos.

Não maldigo nem lamento

comparo por comparar...

Outra era, outro lugar,

outras maneiras de afeto,

só te desejo, meu neto,

que não deixes de sonhar.

 

O que me dói de verdade,

ao se falar de infância,

é a humana ignorância

de quem castra a liberdade.

É a escravidão, a maldade,

a exploração em segredo,

os orfanatos, o medo,

a pobreza por destino,

a turba de pequeninos

que não conhecem brinquedo.

 

Infância... tinha que ser

rodeada de coisas boas,

verões de sol e garoa,

sem certezas, só viver.

A infância é um bem querer

que não devia ter fim.

Ao me ver sisudo assim

pergunto as minhas lembranças

aonde andará a criança

que um dia morou em mim?

quinta-feira, 8 de outubro de 2020

Lembra-te

TAMBÉM DO TEU CRIADOR NOS DIAS DA TUA MOCIDADE: CONSIDERAÇÕES SOBRE O LIVRO DE ECLESIASTES

                                Eduviges Rogerio de Souza, MI, 33º  

Membro da ACADESUL, Cadeira 23


 Eclesiastes é um dos livros sapienciais do Antigo Testamento, que dá conselhos sobre a vida, reflexões sobre os problemas e seu significado. Da mesma categoria são , Provérbios e alguns Salmos.

Foi escrito por Salomão já idoso, ao redor de 980 a.C.. O autor, se apresenta como "filho de David, rei em Jerusalém"  

Forma literária onde um personagem relata suas experiências e delas tira lições, pode ter sido influenciada pela filosofia grega, especificamente pelo estoicismo, (o destino de todas as coisas estava dado), e pelo epicurismo, (a felicidade podia ser alcançada pela apreciação tranquila dos prazeres simples da vida). 

Eclesiastes é uma tradução grega do termo hebraico Kohelet, que é tradicionalmente traduzido como "professor" ou "pregador" nas traduções da Bíblia em português. É como o protagonista se refere a si mesmo.

Ao longo dos 12 capítulos as histórias mostram a efemeridade da vida terrena, que é passageira, e tudo o que aqui conquistamos e vivenciamos, será um dia esquecido.

Já no Capítulo 1 encontramos as expressões:

3 Que proveito tem o homem, de todo o seu trabalho, (...)?

4 Uma geração vai, e outra geração vem, porém a terra para sempre permanece

9 O que foi, é o que há de ser; e o que se fez, se fará; de modo que nada há de novo debaixo do sol.

O LIvro ensina que a sabedoria é o meio para uma vida bem vivida, pois, mesmo nos atos menos importantes, o ser humano deve aproveitar os prazeres simples da vida, pois comer, beber, se orgulhar de seu trabalho, são presentes do GADU.

Nos diz que a história e a natureza se movem em ciclos. O sábio e o ignorante, irão morrer e serão esquecidos, por isso o homem deve aproveitar as dádivas que o GADU nos dá. 

A presença de Eclesiastes na Bíblia é curiosa, pois os temas como “um Deus que revela e redime”, ou que “escolhe e cuida do seu povo”, estão ausentes, passando a impressão de que Kohelet (Salomão) teria perdido sua fé com o passar dos anos.

Os temas como a dor e a frustração são analisadas pela observação e meditação sobre as distorções e desigualdades do mundo, a utilidade dos atos humanos e as limitações da sabedoria e da retidão.

Algumas passagens de Eclesiastes parecem contradizer outras do própro Livro e do Antigo Testamento. Para resolver essas contradições sugere-se ler o livro como um registro da missão de Salomão: os julgamentos do texto são provisórios e é apenas na conclusão que o veredito final é declarado (caps. 11 a 12:7).

Fatos Científicos em Eclesiastes

Há duas passagens em Eclesiastes que remetem ao ciclo da água:  Eclesiastes 1:7 : ''Todos os rios vão para o mar, e contudo o mar não se enche; ao lugar para onde os rios vão, para ali tornam eles a correr''. 

Eclesiastes 11:3 cita o ciclo hidrológico mais claramente: ''Estando as nuvens cheias, derramam a chuva sobre a terra”. O ciclo hidrológico só foi compreendido no século 17.

Eclesiastes 1:6 fala das leis meteorológicas, explicando o movimento do vento pela terra ''“O vento vai para o sul, e faz o seu giro para o norte; continuamente vai girando, e volta fazendo os seus circuitos”. 

Influência na literatura ocidental

Eclesiastes teve uma profunda influência na literatura ocidental. O novelista americano Thomas Wolfe nos diz que “aquele livro parece-me ser o mais nobre, o mais sábio e a mais poderosa expressão da vida do homem sobre a terra — e também a maior das flores da poesia, eloquência e verdade.” 

Machado de Assis, grande leitor do Eclesiastes, sofreu influencia dele na sua obra, como por exemplo, Memórias Póstumas de Brás Cubas,  epopéia da tolice humana, a sátira da nossa ilusão, feita por um defunto completamente desenganado de tudo.  A vida é boa, mas com a condição de não a levarmoss muito a sério. 

 O Livro da Lei no REAA e Eclesiastes

O Capítulo 12 é o que nos interessa particularmente. Salomão já idoso, encerra suas conclusões sobre a vida. 

Nos capítulos anteriores vemos alguém experiente falando sobre tudo o que a sua alma pôde perceber. No Capítulo final, ele nos aconselha a buscar o GADU enquanto ainda podemos, antes que chegue a morte e não tenhamos essa oportunidade.

São lidos no momento de Abertura do Livro da Lei, no REAA, Gr. de Mestre. tradicionalmente, os Versículos 1 e 7. 

"12:1 Lembra-te também do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos dos quais venhas a dizer: não tenho neles contentamento;

12:7 E o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu.

Para a perfeita a compreensão da Leitura, é necessário nos reportarmos aos versículos 1 a 8, onde, claramente, Salomão nos alerta para a brevidade e inconstância da vida.

"12:1 Lembra-te também do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos dos quais venhas a dizer: não tenho neles contentamento;

12:2 Antes que se escureçam o sol, e a luz, e a lua, e as estrelas, e tornem a vir as nuvens depois da chuva;

12:3 No dia em que tremerem os guardas da casa, e se encurvarem os homens fortes, e cessarem os moedores, por já serem poucos, e se escurecerem os que olham pelas janelas;

12:4 E as portas da rua se fecharem por causa do baixo ruído da moedura, e se levantar à voz das aves, e todas as filhas da música se abaterem.

12:5 Como também quando temerem o que é alto, e houver espantos no caminho, e florescer a amendoeira, e o gafanhoto for um peso, e perecer o apetite; porque o homem se vai à sua casa eterna, e os pranteadores andarão rodeando pela praça;

12:6 Antes que se rompa o cordão de prata, e se quebre o copo de ouro, e se despedace o cântaro junto à fonte, e se quebre a roda junto ao poço,

12:7 E o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu.

12:8 Vaidade de vaidades, diz o pregador, tudo é vaidade.

 

PASSAMOS À ANÁLISE DOS VERSÍCULOS:

"12:1 Lembra-te também do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos dos quais venhas a dizer: não tenho neles contentamento

Salomão quer nos dizer que é na mocidade que a força e a resistência são maiores. Salomão nos aconselha a usar a energia a serviço do GADU. Ele contrasta a mocidade com a velhice. Quando envelhecemos, a força diminui. Fazemos menos, mas as dores aumentam. Os desejos e esperanças da mocidade já passaram. É frustrante perder o vigor que tínhamos, especialmente com a sabedoria acumulada ao longo da vida.

 

12:2 Antes que se escureçam o sol, e a luz, e a lua, e as estrelas, e tornem a vir as nuvens depois da chuva;

As fontes de luz “o sol, e a luz, e a lua, e as estrelas” é o chegar da idade e os olhos não podem contemplar as maravilhas da criação. As imagens verbais nos fazem imaginar o que acontece quando a visão começa a enfraquecer.

Os versículos 3-6 listam as enfermidades que vão nos acometendo à medida que envelhecemos:

12.3  No dia em que tremerem os guardas da casa, e se curvarem os homens fortes, e cessarem os moedores por já serem poucos, e se escurecerem os que olham pelas janelas;

A casa representa o corpo que envelhece, e os guardas são os braços e as pernas que se curvam pela fragilidade, e não se confia na sustentação dos joelhos.

A expressão cessarem os moedores alude aos dentes, cada vez mais raros e fracos, não conseguem mais mastigar a comida como antes.

Por fim, quando se escurecerem os que olham pelas janelas, novamente é referencia aos olhos quando se começa a perder a visão.

12:4 E as portas da rua se fecharem por causa do baixo ruído da moedura, e se levantar à voz das aves, e todas as vozes da música se abaterem.

As portas da rua se fecharem por causa do baixo ruído da moedura, nos fala da boca e das cordas vocais que, com a idade, perdem a força, e a voz pode perder o timbre e enfraquecer.

O “baixo ruído da moedura” ilustra o pouco ou nenhum barulho feito ao mastigar alimentos, depois da perda ou do enfraquecimento dos dentes.

 “E se levantar à voz das aves”, significa ter menos sono e acordar cedo conforme envelhecemos. 

“E todas as vozes da música se abaterem” é uma referência às cordas vocais e também a audição e a incapacidade de nos deleitarmos com a música.

12:5 Como também quando temerem o que é alto, e houver espantos no caminho, e florescer a amendoeira, e o gafanhoto for um peso, e perecer o apetite; porque o homem se vai à sua casa eterna, e os pranteadores andarão rodeando pela praça;

A frase “temerem o que está no alto” se reporta as coisas banais do cotidiano que passaram a ser ameaçadoras. 

O “florescer a amendoeira”, é o branquear o cabelo.

Quando o gafanhoto for um peso se refere ao passo claudicante do idoso que caminha apoiado em uma bengala.

Quanto ao ato de perecer o apetite, é entendido como a diminuição do desejo sexual. 

E vem à morte e o pranto, com a ida para a casa eterna.

12:6 Antes que se rompa o cordão de prata, e se quebre o copo de ouro, e se despedace o cântaro junto à fonte, e se quebre a roda junto ao poço,

O cordão de prata, o copo de ouro, o cântaro e a roda simbolizam a preciosidade e da fragilidade de toda a vida.

O cordão de prata se refere à coluna vertebral. O copo de ouro, ao cérebro.

O despedaçar do cântaro junto a fonte é uma alusão a um coração falho.

O sistema de veias e artérias que se difundem a partir do coração pode ter parecido as traves de uma roda, por isso a frase “se quebre a roda junto ao poço”.

12:7 E o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu.

As palavras que claramente se referem ao destino único de todos os homens, e o espírito voltará a Deus que o deu, em alusão a Genesis

 12:8 Vaidade de vaidades, diz o pregador, tudo é vaidade.

Como a Maçonaria nos ensina, o espírito prevalece sobre a matéria. Excluindo este esforço, este combate pela prevalência do espírito sobre a matéria, tudo é vaidade, nada mais que vaidade, tudo é vazio, tudo e fugaz. Como diz o Rei Salomão.

         Meus Irmãos: 

A leitura desse trecho do Livro da Lei na abertura dos trabalhos, tem o intuito de nos alertar e nos lembrar de conceitos expostos em outros graus, expondo quão incerto é nosso futuro, sendo fundamental desfrutar e viver corretamente o presente.

O Livro de Eclesiastes nos remete à Câmara de Reflexões, onde vemos  “se queres bem empregar a vida, pensa na morte” (Ritual, 1o. grau pág 195), ou à Taça Sagrada, quando o candidato é orientado que o “homem sábio e justo deve gozar os prazeres da vida com moderação”(Ritual 1º grau, pág 216).

Eclesiastes também faz o Mestre Maçom realizar uma análise filosófica do Tempo, desmembrando a noção de tempo, como se lê em “Confissões”, Agostinho de Hiponna, que argumenta: como o futuro ainda não existe e o passado já deixou de existir, nosso foco deve ser no presente, no momento em que vivemos. 

Para finalizar, lembro de algumas reflexões dirigidas a alguns Irmãos, trazendo o pensamento do Ir:.Márcio dos Santos Gomes, membro da Academia Mineira Maçônica de Letras.

 Alguns Irmãos sentem que, irremediavelmente chegamos a um momento da vida maçônica em que a deficiência da força e do vigor da juventude colhe suas consequências. Já não somos requisitados e as contribuições até então realizadas, às vezes, deixam de ser reconhecidas. No nosso entorno, as coisas começam a ficar diferentes.

Já não vemos mais aqueles diletos irmãos que valorizavam a nos acompanhavam e se empenharam na senda maçônica e, hoje, repousam no Oriente Eterno.

Novos irmãos, novas energias. Os valores, os fundamentos, continuam os mesmos, mas com novas roupagens e leituras mais “atualizadas”. 

É claro que a idade costuma comprometer capacidades cognitivas como memória e aprendizagem. 

Mas outras áreas compensam: experiência, conhecimento, liderança, colaboração, comunicação oral e escrita refinada.

Podemos ser mais lentos ao lidar com telas, dispositivos eletrônicos e redes sociais. Estar conectado tem outro sentido. Ser controlado por um algoritmo é assustador.  Linkedin? Meu Deus!!!

Porém, vivências podem viabilizar soluções e contornar os riscos. Não se pode avaliar competências e capacidade pelos aniversários acumulados. Temos convicção de que tempo de vida e na Ordem Maçônica não põe mesa, a travessia sim. 

Agora é o momento de colher o que plantamos junto aos nossos familiares e amigos, aqueles a quem tornamos felizes durante nossa caminhada.

É preciso que fique bem claro: idoso é aquele que tem muitos anos e velho aquele que acha que sabe tudo.

Então, meus Irmãos, nada de dramas, lamúrias ou rabugice. 

O que importa é uma vivência que nos permita reconhecer e valorizar nossos acertos, e aprendermos, ainda, com os erros cometidos. O prazer é olhar para trás e contemplar o caminho que edificamos.

Assim, poderemos vislumbrar que agora é o momento de colher o que plantamos durante nossa caminhada. Precisamos ter clareza de propósitos para encarar esse estágio onde o futuro talvez não seja mesmo onde pensamos que estamos.

Diz o (Talmude)

“Para o ignorante, a velhice é o inverno da vida; para o sábio, é a época da colheita” 

Bibliografia:

 

1.      AgostinhoA Cidade de Deus The Book XX. Accessed 2015-06-28.

2.      São JerônimoComentário sobre Eclesiastes.

3.      São Tomás de AquinoSumma Theologica.

4.      Eliane Fernanda Cunha Ferreira. "O Livro de Cabeceira de Machado de Assis: O Eclesiastes". Acesso: 9 de agosto, 2010.

5.      LIRA, Jorge Buarque – “As vigas mestras da Maçonaria” – Editora Aurora Ltda – 3a Edição – 1968 – págs. 213 a 218. 

6.      CORTEZ, Joaquim Roberto Pinto – “A Simbologia na Maçonaria”- artigo – Revista “A TROLHA”- No 141 - Ano XXVIII – Junho de 1998 – págs. 30 a 32. . 

7.      BELZ, Rodolpho – “Quando Tudo Falha...” - Editora Adventista Casa Publicadora Brasileira, 8a Edição – 1984 – Santo André – São Paulo – SP – págs. 111 e 112. 

8.      NOVO TESTAMENTO VIVO - "O mais importante é o Amor" - Liga Bíblica Mundial - 1991 - Editora Mundo Cristão - SP. 

9.      A BÍBLIA SAGRADA - Tradução de João Ferreira de Almeida – Editora Imprensa Bíblica Brasileira - 1976 - RJ. Denizart Silveira de Oliveira Filho Loja Igualdade No 93 - GLMERJ

10.  Ricardo Cesar Martins CIM 269.775 24 de setembro de 2017 E.V

11.  https://reinaldotrabalhosmaconicos.wordpress.com/2017/06/15/camara-de-reflexao-2/

12.  https://bibliotecabiblica.blogspot.com/2013/04/eclesiastes-12-significado-explicacao.html

13.  https://www.jesuseabiblia.com/biblia-de-estudo-online/eclesiastes-12-estudo/

14.  http://systri.com.br/blog/maconaria-2/maconaria-e-o-livro-de-eclesiastes/Honório Sampaio Menezes, 33º, REAA, Loja Baden-Powell 185, GLMERGS, Porto Alegre, RS, Brasil.

15.  https://focoartereal.blogspot.com/2020/08/conjecturas-de-um-macom-idoso.html/Márcio dos Santos Gomes/ARLS Águia das Alterosas – 197 – GLMMG,